Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

30.Ago.17

#1 Chucha-me o nabo

Chucha-me o nabo surgiu quando num grupo de amigos proferi tais palavras e a risada iniciou-se. Tal como qualquer marketer, sentindo-me como tal, pensei: "Olha, isto é coisa para pegar!" e assim foi. Quer dizer, não peguei nem vão pegar. Muito menos chuchar...vocês perceberam. Para hoje trago-vos uma teoria da batata (ou não), querem? Claro que querem, também não terão escolha. 

Porque é que depois da adolescência tempo é incrivelmente rápido? 

Nós durante a juventude paramos muito para falar, brincar e descobrir o mundo. Depois disso fazemos o mesmo, mas acumulamos maiores responsabilidades. Damos por nós a desejar que a vida comece a partir das 18h quando o trabalho acaba,que cheguem as horas tardias porque queremos dormir e esquecer o cansaço. Desejamos que o tempo avance porque avançando vivemos. E apreciamos pouco o trabalho, o meio fechado em que se encontram porque estamos ali por objectivo, por força e bem sabemos como são as coisas quando temos de fazer frete. Então o tempo é rápido e quando chegamos a uma altura da vida, queremos abrandar o tempo, reviver outros tantos anos perdidos, ter os filhos dos filhos que nunca soubemos ter, apurar os sentidos e fazer as coisas que achamos não ser capaz. Mas vamos perdendo as faculdades,  porque a vida envelhece também é é por isso que o ritmo abranda. É difícil perceber quando devemos parar, principalmente com esta ânsia de viver tudo ao mesmo tempo num curto espaço de tempo. E de tão difícil que é, é que depois nos arrependemos, nos enxergamos de que tudo é belo e que temos o dom de perder. E ontem pensei nisso quando na ânsia de querer férias que terei em Setembro, esqueci-me que a vida existe agora, as pessoas, as coisas e que devemos cuidar sempre. Depois sim, poderei ir em paz mas até lá...

16 comentários

Comentar post