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Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

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15.Nov.17

#11 Chucha-me o nabo

O bom que levo desta vida é o de poder olhar para as pessoas, para pessoas e tudo o que trazem com elas. Existem olhares, uns cheios de vida e outros tão vazios e todos eles coabitam, constroem o mundo onde vivemos. E hoje, enquanto fazia o meu trajeto de comboio, pensei muito nisto: podem duas entidades opostas emocionalmente coabitar o mesmo espaço? Não pode com isso haver uma transferência de energia, que possa, das duas, uma: ou acabarem as duas num estado emocional igual ou uma acabar por descer um nível e a outra subir por descarregar a sua energia noutra pessoa?

Eu sei que isto parece conversa de malucos mas diz muito da forma como nós lidamos com pessoas com atitudes muito distintas de nós. Acabamos, porque a carne é fraca, por herdar de forma automática as "dores" dos outros, e acabamos por nos transformarmos numa pessoa que nunca fomos. Qual a solução? Deixarmos de forma irremediável o lixo tóxico humano que vamos encontrando por aí? Não esquecer que em muitos casos esse lixo pode ser família (e não, não é nada pessoal).

Começo a levar a sério esta história de nos darmos com as pessoas erradas, que podem mudar muito a nossa forma de ver as coisas, viver as coisas, definir as coisas. Não para melhor, claro.

Agora a parte engraçada disto tudo: pensam nisto ou sou só eu? Faz algum sentido para vocês estas coisas?

 

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