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Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

24
Mai17

Posso entrar? Claro que posso!

David Marinho

Quem não quer uma pessoa feliz na sua vida, como eu?

Seria assim, em jeito de confiançudo, que me apresentaria na porta de alguém. E é por haver confiança, amor-próprio que se quebrou o gelo, que se matou a barriga de misérias em tantas histórias que os becos escondidos puderam testemunhar. Precisamos de boas energias, de gente capaz, que nos empurre para um outro patamar que não o nosso - alavancar o sonho de alguém como se fosse nosso, é do mais nobre que pode haver. Sermos bafejados por uma aura de energia que nos permita perceber que atingimos o bem-estar com que lidamos com a própria vida. Quem não quer ser feliz, com total desprendimento pelos bens materiais, simplesmente pela sensação de se estar bem, de se desconhecer pelos melhores motivos, quem não quer? 

Por isso eu entro, entrem também. 

Sejam felizes.

 

créditos da imagem

23
Mai17

Instalou-se o medo.

David Marinho

É impressionante a capacidade que o ser humano tem de arranjar o que fazer nos seus tempos livres. Como a modernidade ainda não chegou ao Médio Oriente, decidiram que o melhor a fazer era viajar pelo mundo para se rebentarem em algum lado, sobretudo em sítios com muita gente. Acaba-se a vida deles, acaba com a vida de dezenas ou centenas de pessoas inocentes e pronto, vencem zero troféus, zero respeito e zero virgens lá no céu deles. Eu não ponho em causa a fé de ninguém (digo-o de coração) mas isto não é nada e não há propósito nenhum para isto - se querem vingar-se, vinguem-se de igual para igual. Se era chamar a atenção, conseguiram mas pessoas estão a borrifar-se completamente para os estigmas desta gente, e vão vivendo com os exageros, o consumismo e a loucura que lhes é conferida sem que alguém tenha o direito de travar os seus destinos. Mas estes senhores fazem questão de lhes traçar um em cada esquina, contra qualquer possibilidade de fuga. Já me chega viver num mundo de merda, onde há zero respeito pelo próximo, que ainda tenho de levar com guerras e guerrilhas, religiosas ainda por cima? Proponho o seguinte: fechem as vossas fronteiras, perguntem no vosso país quem quer gajas imaginárias e rebentem-se todos juntos. São capazes de fazer uns buracos na terra, mas antes na terra que nos inocentes.

 

créditos da imagem

23
Mai17

Amemos

David Marinho

Acordamos, refilamos

batem as horas da angústia

levantamos pesadamente,

e como nos custa acreditar

que já é dia

e que é preciso astúcia

para aguentar a vida.

 

Cansamos os maxilares

nessa primeira refeição

e fazemos juras de

que amanhã será diferente

e que teremos a obsessão

de querermo-nos deitar mais cedo

como sempre.

 

E saímos para o trânsito

para a azáfama dos transportes

é a poluição que nos assusta

é o cansaço que nos arrasa

são os sonhos que se esfumaçam

como as notícias das mortes

que nos ameaçam.

 

Somos um pouco mais felizes

quando amamos os nossos

quando nos dão o amparo

que precisamos

e seguimos felizes, em frente

vendo os moços

crescerem com a liberdade na mente.

 

Escrevo

vale o que vale, eu sei

que tudo é tão relativo

que somos o que somos, e sabemos

que vale a pena amar

e eu amei...

amemos.

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