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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Sabem o cheirinho a café pela manhã?

Tinha escrito aqui ontem que o café é aquele vício que fica mas que não faz efeito nenhum. Aliás, é possível que até sinta sono mas dores de cabeça não tenho à custa disto. Quem não bebe terá outros vícios (talvez piores) mas quem gosta deste néctar dos deuses, sabe o quão incrível é até sentir o cheiro ao longe quando passamos num quiosque, num café, numa copa de qualquer empresa pela manhã. O café é um vício e nenhum é bom, e talvez a saúde agradecesse se não bebesse os meus três cafés diários (já sei, três nem chega a ser assim tanto) mas preciso...muito. Curiosamente os rebuçados de café são a invenção mais descabida de sempre - isso e ananás na pizza. E para terminar, eis um registo desta temática para tornar a publicação superior.

 

O moinho de café

O moinho de café

 

O moinho de café

Mói grãos e faz deles pó.

O pó que a minh’alma é

Moeu quem me deixa só.

Fernando Pessoa

 

créditos da imagem

hippie-mrec

Quando o sono aparece em vagalhões

Quando uma pessoa acorda a pensar que está bem, saudável, com um ritmo biológico fortíssimo mas que depois vai-se a ver e é tudo uma mentira, que vivemos numa mentira constante que não lembra ao menino Jesus - nem a ti. É que, quando os ponteiros bateram as dez da manhã - 5 horas depois de me levantar da cama, senti-me como em qualquer praia do Oeste, e veio um vagalhão de 30 metros para cima de mim mas em forma de sono. Aquele sono que aborrece uma pessoa, que não mata mas mói, parecendo às vezes uma moínha que não passa nem com Benuron. Eu bem me enfrasco em café, desde as borras até a esses cafés Premium, mas com tanta cafeína acho que já fez caminha e por isso não fará nunca mais efeito sobre mim.

hippie-mrec

#1 Follow Friday - Da vida de Pi

Aderi à moda do Follow Friday. A última vez que o tinha feito foi numa rede social e não surtiu grande efeito, maaaas...o importante é salientar o(s) cantinho(s) que nos confortam através de um ecrã, certo?. Nesse sentido peço-vos encarecidamente que sigam a talentosa autora de "Da vida de pi". É que aquilo que ela escreve é quase como se houvesse alguém ao nosso lado, numa sala de espera de algum centro de saúde deste país a contar-nos os males deste mundo e nos fizesse passar melhor o tempo.

Façam favor!     Da vida de Pi

hippie-mrec

Fenómenos fisiológicos na margem sul

Vou-vos contar algo inacreditável: passam 3 minutos das 4 da manhã, o sol ainda se diverte no outro lado do mundo e dentro dos meus sonhos surge uma necessidade dentro de mim, que atravessa o cérebro de um lado ao outro e passa para o lobo da realidade atual. Se eu fosse entendido, diria que o que estava a acontecer era uma resposta natural do corpo a uma ameaça que o próprio se encarrega de promover. Em bom tempo questionei: o que faz um jovem dos seus 20 e muitos, que tem um sono lindo, fresco, com sabores bem integrados e com notas florais, com uma ameaça destas a horas que são impróprias até para o próprio tempo? Desperta da escuridão, reflete,refila, roga pragas e verifica as horas, que somadas com a luz do telemóvel, fazem parecer facas nos olhos - espadas de samurai, mesmo - aumentando a incapacidade que temos de, naquele momento, de querer viver mais. É que despertando jamais conseguirei pregar olho, o que torna tudo isto dramático, aflitivo e até desconfortável (que bela escolha de palavras, curiosamente parecem ordenadas de forma decrescente de dor) mas não esperemos mais para saber.

Foi chichi, aconteceu uma vontade extraordinária de urinar que só um alinhar de corpos celestes muito raro pode provocar isto, sendo que o sono ficou na retrete. 

 

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hippie-mrec

Idiossincrasias da vida

O desafio de hoje é este: escrever este post em menos de 10 minutos.

Que me dizem daquelas pessoas que dizem quando chegam ao trabalho "vou fumar um cigarro", e quando voltam é quase hora de almoço? Um terror. É que às vezes são as pessoas com maior poder que o fazem, fazendo com que os seus subordinados tenham a consciência de que, acontecendo algo fora da sua normalidade profissional, estão...digamos, fodidos (Ah, rica liberdade de expressão!). Mas faço mea culpa: qual o tamanho do cigarro do indivíduo? Ninguém fala nisto mas assim fará todo o sentido demorarem o tempo que demoram. A minha outra questão é: sabem aquela canção do Bueréré:

Sabes que começou no A, A-A-A
E a seguir vem o E, E-E-E
Inteligente é com o I, I-I-I
O, U depois do O, faz o A-E-I-O-U

Foi o Toy que compôs. Sim, o que conduz com os joelhos na Auto-Estrada. Era para saberem.

hippie-mrec