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Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

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16
Fev18

Artistas, abelhudos e pobretanas

David Marinho

Aqueles que 

Na falta de melhor argumento

Defendem o pobre do rico

Com o mesmo sentimento

Que o dito por não dito

Amarga a boca de fel

Num mundo onde abelhudos

Picam

Mas não dão mel.

 

Pobre de espírito

Pobre artista

Que outros pobretanas 

Haverão de escutar

E perceberão

Se o tempo acalmar

Que viver de cabeça

É tão frio e invernoso

Que viver do coração.

15
Fev18

Quando gastar dinheiro dá comichão

David Marinho

Hoje dei por mim a pensar naquelas despesas essenciais porque precisamos do produto todos os dias, e que devido a essa necessidade, nem podemos poupar nem podemos mudar porque não há remédio. Será isto as dores financeiras de quem tem contas "a sério" para pagar? Aliás, na minha inocência, a iminência de pagar uma casa que naturalmente não conseguirei pagar a pronto, já me dá comichões.

Depois temos a hipótese de ter o mesmo produto mas mais barato (falo de produto como um serviço também), mas que invariavelmente acaba, a longo prazo, por ser mais caro porque necessitamos de trocar mais vezes - marcas brancas, por exemplo. Esta coisa de preço vs qualidade é terrível, e causa-nos verdadeiros dilemas. Há quem prefira bons produtos, que durem e com qualidade, mas que retira uma grande fatia do orçamento (poupança, eu sei...), e há outros que preferem quantidade e diversidade sem descriminar, perdendo em durabilidade e qualidade mas poupando no bolso.

E com isto amanhã se vejo um produto que gosto e possa comprar...compro. E lá se vai os pensamentos, comichões e desabafos. É quase uma futilidade mas estes dilemas são bem reais.

 

14
Fev18

Regresso aos 28 anos

David Marinho

Quase 10 dias depois volto. Mas volto sem inspiração, que nem os 28 feitos ante-ontem me deram porque é assim a vida. Volto, como volta a vontade de picar o ponto, de escrever, pelo vício do vício de escrever. Foram 9 os dias, mas sempre deu para causar saudades, não foi? Digam que sim por simpatia

Como me sinto com 28? Igual. Aliás, com o avançar da idade, há uma necessidade de se saber como se sentem as pessoas que envelhecem. E quem passa pelo tempo não sente ali o tempo passar, é como uma moínha que vai e vem ao longo dos anos. Mas sou novo, porra!

E com os 28, vou estando mais próximo dos 'intas, idades em que deixamos de forma natural a simpática juventude para assumirmos de forma definitiva, moralista até, a idade adulta.

Mas no essencial...voltei. Como tinha voltado à terra do meu pai e da minha mãe. Voltei ao conforto deste lar, que é tão meu como vosso.

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