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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Fiz-te algum mal, São Pedro?

Eu espero o dia que se invente uma roupa que tanto sirva de descapotável, como depois uma pessoa mete a capota e serve para as quatro estações do ano (quer dizer...já foram). Já foi demonstrado mais que uma vez que ir ao IPMA serve de pouco ou nada para o tipo de roupa a levar, porque tanto vivemos num autêntico purgatório como depois passamos ao dilúvio, trovoada e coisas que dizem respeito ao Inverno. Só que estamos em Junho e é só triste.

E pior que isto fica a marcação de férias. Como marcarei umas férias para apanhar bom tempo se ele oscila desta maneira? Há algum padrão matemático que me sirva para calcular a meteorologia ideal? Assim o país não avança oh São.

 

Bem, bom dia.

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hippie-mrec

Já conhecem o Cajó?

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Eu vou-vos contar uma fábula sobre o calor.

Era uma vez uma pequenina Terra que girava à volta de uma estrela. Essa estrela, que lhe chamaram de Sol, era muito brilhante, muito amarela e iluminava a pequenina Terra durante um tempo definido todos os dias, para depois se apagar como uma vela e ficar com a aparência de uma pedra muito grande que lhe chamaram Lua.

Um dia alguém perguntou: "Oh Cajó, se a estrela se apaga como uma vela, para onde vai aquele fumo no fim?"

E o Cajó, que era o mais inteligente da pequenina Terra, respondeu: "Zé Maria, que merda de pergunta é essa?!"

E foi assim que a pequenina Terra se manteve ignorante até hoje.

Ignorante porque ninguém percebe porque raio uma coisinha pequenina como o Sol (como é vista daqui) pode fazer com que possa suar de forma abundante.

O Zé Maria, voltou à carga: "Oh Cajó, deste um peido?"

E o Cajó, conhecedor do porquê do mau cheiro existente na pequenina Terra, sem saberem de onde, concentrou todo esse cheiro debaixo do sovaco dos seus habitantes.

 

Moral da história: é perguntar ao Cajó onde podem tratar desse vosso sovaco que não se aguenta em ambientes fechados. Porque todos os anos é sempre a mesma coisa e o Cajó não adivinha, não é?

hippie-mrec

"Anda, tu bates bem", Portugal

Alguém quer uma dor de cabeça? Eu ofereço. Não, a sério! E ainda vos dou um Brufen para ver se passa.

Bem, o que vos trago aqui é um pedaço de nada, como aliás, tem sido apanágio nos últimos tempos. Isto porque estamos em altura de Mundial e na mente de um aficionado pelo futebol, dá-se um clique, muda-se o chip e só vemos bola, bola, bola. E a bola joga-se com os pés, deixando bola na cabeça.

Eu sigo a selecção desde o Campeonato Europeu de 2000 (não me lembro para trás), jogado na Holanda-Bélgica, onde caímos aos pés da França de Zidane, com uma mão de Abel Xavier. Desde então guardo memórias:

  • de um Portugal-Polónia do Campeonato do Mundial Coreia/Japão de 2002 na extinta Praça Sony no Parque das Nações, onde vencemos por 4-0;
  • de não dormir após perdermos a final com a Grécia no Estádio da Luz no Europeu de 2004;
  • do jogo com maior pancadaria da história da selecção, num Portugal - Holanda no Mundial 2006 na Alemanha;
  • de um Europeu de 2008 fracassado;
  • de uma série de maus resultados contra a Espanha que resultou em novo campeão do Mundo (2010) e da Europa (2012) dos espanhóis;
  • de um mundial 2014 no Brasil horrível!
  • de um Europeu em França, em 2016, com um histórico de 3 meias-finais perdidas com franceses, acabando por matar um borrego que tinha demasiados anos.

Para já as coisas estão bem.

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A primeira grande desilusão da minha vida.

créditos da imagem

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Para os que chegam atrasados

Atrasos.

O que há na vida das pessoas para massacrarem constantemente o conceito de chegarem a horas?

Combina-se 2 dias antes, 1 semana antes, 2 horas antes, qualquer coisa, para depois nunca chegarem a tempo. Mas tenho uma teoria:

  • Não sabem priorizar compromissos;
  • Não querem saber se existem obstáculos entre onde estão e o sítio onde vão estar;
  • Odeiam chegar horas com medo que sejam elas mesmas a ter de esperar.

Mas aqui dou de barato todos aqueles que se atrasam por manifesto azar ou por manifesta falta de tempo. Mas não é só de azares que é feita esta vida, não é? Ou é?

Conto-vos o que penso disto: eu tenho uma capacidade que desenvolvi durante muitos anos de pôr para um relógio tudo aquilo que faço, ou seja, estando no ponto A e tendo um compromisso, eu calculo automaticamente a hora mínima e máxima a que chego ao ponto B - constantemente. Isto acontece a quem anda anos e anos de transporte, e que parece perder-se quando começam a andar de carro, o que é um erro. Organização temporal pode ser a diferença entre ter tempo ou não ter, e creio que não há grande ciência no que estou a dizer.

Por isso quando penso que prefiro chegar 1 hora antes do que 5 minutos depois, porque não podemos todos pensar assim?

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hippie-mrec

Greves tiram humanidade aos meios de transporte

 

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Da jovem que se maquilha à mãe, amiga e confidente de duas crianças que adormece. Do senhor de idade que não tem espaço para mais rugas à menina do papá que vê a paisagem Alentejana e se encanta. Os que tomam o pequeno almoço como eu e aqueles que se chateiam com afazeres logo pela manhã. Existem as conversas de circunstância, a falta de assunto e os temas acicatados. Dos acalorados aos friorentos, os que tecem comentários do trânsito sem conduzirem e do tempo sem apanharem nenhuma mazela aqui dentro. Infelizmente, ainda há aqueles que se sentem mal para haver haver todos os outros que já se sentiram bem. Já lidámos com os problemas do condutor e do autocarro como se fôssemos nós e o nosso carro.

 

Um meio de transporte próprio é sempre melhor mas nada como perceber como vai a vida a bordo de um autocarro de passageiros. Aqui vive-se de tudo e onde, tantas vezes, encontramos a única forma de nos relacionarmos com amigos, vizinhos e familiares.

 

As greves tiram humanidade ao transporte e assim não há cu que aguente.

hippie-mrec

Os miúdos encontraram-se em Singapura

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É de mim ou este encontro entre Trump e o Kin foi para inglês ver? 

Diga-se em boa verdade, que são ambos exímios em não demonstrar qualquer emoção, que tanto pode dar para o frete como para a pura raiva.
Depois, o facto do Coreano ter relido o dossier enquanto o Americano falava, diz muito do quanto a política é uma coisa estranha...sabem lá eles metade do que é redigido ou falado nos meandros das suas próprias casas.
Outra coisa, que só os vi em directo sem qualquer som: o Kim fala inglês?
Caso respondam negativo, mais estranho ficou aquele aperto de mão protocolar com uns acenos de cabeça. Caso seja positivo, isto do mundo anda mesmo globalizado, que até uma língua estrangeira entra naquele mundo opaco e sombrio que é a Coreia do Norte.

 

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