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Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

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04.Out.17

#6 Chucha-me o nabo

Hoje trago um tópico muito interessante para reflexão: viver em sociedade. E reveste-se de uma profunda importância porque não vivemos sozinhos no mundo e teimamos (uma vez mais este indivíduo generaliza mas já sabem que é para facilitar o trabalho) em esquecer que, independentemente de levarmos vidas complicadas, não podemos tomar por certo a nossa liberdade só porque estamos no nosso espaço, na nossa casa, no nosso lar. As leis, deficientes às vezes por não contemplarem todos os casos, vão existindo aqui e ali. A acção das autoridades vai existindo aqui e ali. Mas encontrar soluções em nós próprios para respeitarmos e sermos respeitados depende de nós. É o barulho anormal a horas impróprias, a falta de limpeza de espaços comuns se de facto foi sujado, cuidados redobrados em casa à noite sobretudo porque qualquer acção em casa é propagado em sons pelo prédio (quem tem apartamento, obviamente), etc, etc.

Mas eu tenho uma teoria para isto, que mesmo acabando num "não quero saber", tem toda a razão de ser. Nós levamos vidas muito preenchidas, muito agitadas, muito condenadas pelo dinheiro que entra e sai de casa e naturalmente queremos viver além do tempo. Acontece que viver além do tempo inclui fazer coisas a horas impróprias porque não dão noutras horas mais amáveis para todos os outros. Por isso questiono: o que fazer de forma imediata? Como contornar, caso seja o caso, a falta de tempo para tarefas pessoais? E o assunto é-vos sensível? Contem tudo. 

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