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Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

15.Out.17

#8 Hora da sesta

Esta crónica maquilhou-se de forma muito simples para representar o espírito de Domingo à tarde. Então se o almoço for recheado e regado, creio que ainda mais necessário se torna fazer aquela sesta para repôr energias e obrigar que todo o corpo trabalhe directamente na digestão.

Hoje permitam-me dizer que sinto-me um privilegiado por ter tudo o que tenho, por conhecer todos os dias pessoas incríveis com mentes incríveis, capazes de mudar, revirar as nossas ideias do avesso total e transformar tudo o que achamos em algo muito melhor. Pessoas que nos permitem admirar um mundo paralelo ao nosso, diferente o suficiente para sermos transportados para outra era, outro espaço incomum onde nos desafiam a acreditar que há muita coisa para descobrir. E quando acharem que vos falta sair do vosso espaço para voarem para longe de vós, encontrem as pessoas certas, só isto. 

Por vezes - eu sei, rapaziada - é difícil puxarmos a corda para um lado apenas. Eu sei disso mas isso só demonstra que a pessoa não é a certa, não é? Não se luta sozinho, não se armem em heróis porque é preciso um farol algures que nos guie sempre, mesmo que a maior parte do trabalho seja o vosso.

Mas aquela sensação de estar com as pessoas e pensar: "Foda-se! É isto, caraças. É isto!"? Encontrei-a ontem, numa - vou-lhe chamar assim - experiência de vida com 8 pessoas maravilhosas. Mais do que a escrita, os sonhos e os afazeres, as pessoas são de carne e osso, e que riem e choram à mesmo velocidade da luz. E não há mais nada de belo nisto tudo do que vivermos, e de termos a oportunidade de ver viver os outros. 

Obrigado Rita.

 

 

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