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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

As pessoas que nos fogem pelos dedos

Faz hoje 5 anos que escrevi isto:

 

"Não encontro palavras para descrever o que a vida por vezes é. Não encontro paralelo na história os momentos e a hipocrisia que a vida, por vezes, tem. Mas senti no corpo, no profundo do meu ser, nas lágrimas, o que a vida nos pode fazer. E por isso não compreendo que a mesma tenha a validade que tem para uns e para outros não. É a vida! E gostaria, não por estes dias e muito menos por hoje, que vivêssemos um bocadinho acima das nossas possibilidades porque por mim a morte seria de cansaço, de vivência e de limite. Não assim, tão estupidamente. Escasseiam as palavras para o choque, para a negação, para os vagos pensamentos.
Se ainda não o tinhas feito, que seja agora: Descansa em Paz Palma, um dia encontramo-nos todos!"

 

João Palma era o nome dele. Um colega exemplar de faculdade, sorridente, amigo e que não lhe conheciam vícios nem maldade. Faleceu a dormir, depois de dizer à avó que se sentia cansado depois de um dia de aulas. A vida não foi injusta, que a justiça divina é uma coisa complicada de assimilar. Foi antes ingrata, porque mesmo que tenha sido santa a morte, leva sempre os bons, que não lhe souberam fazer mal nenhum.

 

Ao mesmo, o Facebook recordou-me outro amigo meu, Ricardo Lagarto (era mesmo o apelido, atenção), mais antigo - muito mais - militar, que faleceu no rio Tâmega em 2011. Deixou toda uma vila em choque, sobretudo quem privou com ele de perto durante quase 15 anos. 

 

Quando uma pessoa julga que esquece, estas coisas fazem-nos regressar à terra.

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