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Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

Direito à diferença ou dever de igualdade?

Nós (sociedade) temos um mal geral. Queremos tanto tornar a igualdade de direitos, de respeito por todas as raças, géneros, etc que acabamos por cair no ridículo de mostrar, mais do que as diferenças óbvias, que há mais desigualdade, desrespeito, cavando ainda mais o fosso entre o que achavam que iriam juntar.

Não conseguem viver com o simples facto de que há diferenças, mas que temos para com todos o dever de equilibrar os direitos instituídos, nas oportunidades, quer de trabalho, de vida, na educação, na forma de tratamento. Sim, na forma como se tratam as pessoas. Por isto quase ninguém se indigna, ou pelo menos não tem a força que tem como teve os livros da Porto Editora. 

Não podemos achar que a retaliação dos oprimidos é bem feita. Temos é de achar que os que oprimem, estão mal, seja homem, mulher, preto ou branco. Temos de punir quem pratica o mal, o que não deve ou está contra a lei. Não é ter as suas preferências e achar que agora vamos todos matar a sua barriga de misérias que dura há décadas.

Ao que parece os livros tinham o mesmo grau de dificuldade, mas o que foi partilhado foi a diferença entre duas páginas, esquecendo por completo que os livros têm dezenas delas. É o mesmo que julgar o livro pela capa, estou errado?

Temos de acabar, isso sim, com o julgamento fácil. O linchamento soberbo sobre as outras pessoas, só porque estão contra aquilo que acreditam.

Não temos o direito de acabar com a liberdade dos outros, se isso não interferir na nossa. Podem não gostar, podem ofender ou gozar com a situação, mas nunca obrigar a que se retire a liberdade. Isso nunca.

 fonte: Público

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