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Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

08.Set.17

Sete anos de amor por ti

David Marinho
É de sorriso tolo e de olhos meigos que viajo nesta relação com a L há 7 anos. Fez ontem sete anos, no dia 7 do ano de 2017. Todos os dias me pergunto o que pretendo para mim na minha vida, e de que forma eu pretendo tudo aquilo que recebo. E sou feliz porque só pretendo sê-lo para viver. Com ela conquistei tudo aquilo que tenho, e todos os dias, ao olhá-la, percebo que fiz a melhor escolha porque nunca idealizei ninguém na minha vida, nem na forma nem no conteúdo, mas só pedia (...)
06.Set.17

#2 Chucha-me o nabo

David Marinho
Vai começar a escola e com isso vai começar o meio alívio dos pais que terão alguma liberdade para fazerem o que quiserem. No máximo continuará a ser o mesmo porque só viam os filhos depois do trabalho e em princípio depois do trabalho já eles saíram da escola.  Há dias lia uma senhora brasileira que dizia que, apesar de amar o filho incondicionalmente, que a maternidade lhe tirou muitos anos de vida. Inundaram-na de soco e pontapés virtuais por essa Internet fora, apenas por (...)
05.Set.17

O tormento

David Marinho
bom dia diz a senhora do vestido azul bom dia diz o senhor do fraque castanho   noutro tempo de mãos atrás das costas viviam ao relento por beijos proibidos à vista dessas encostas   educavam-se os pares o casamento selava a liberdade admiravam-se esses mares de tanto escutarem traziam sempre uma saudade.   e diziam bom dia, outros tempos ninguém sabia mentir e davam-se outros alentos porque o tormento não era não amar era não sentir.    
17.Ago.17

Vislumbrar a nostalgia não faz mal a ninguém

David Marinho
 Nostalgia. É isto que sinto, sentado na praia dos turistas perto do Cais do Sodré. Daqui vislumbro a Ponte de Salazar, 25 de Abril para simbolizar a Liberdade. Vislumbro Cacilhas e os seus queridos cacilheiros, laranjinhas, características e inigualáveis (livra-te Transtejo de mudar os velhinhos cacilheiros). Vislumbro a Lisnave e sua Base do Alfeite, onde passei aos 18 a ser reserva militar. Vislumbro o barco que levará gente até ao Barreiro, onde outrora era o único sítio onde (...)
16.Ago.17

É só estar lá quando é preciso

David Marinho
Já chega desta modorra, não é? Querem algo mais romântico agora, certo? Não? Ok. Mas vou ser. Há pouca coisa na minha vida que me prende a atenção a 100%, porque não tem a magia, não provoca aquele clique que é indispensável para ser inesquecível. Pouca coisa me deixa cegamente apaixonado por tudo isto que é viver. E nós precisamos de viver, e sobretudo de nos apaixonarmos pela vida. Nada me conforta mais do que observar a L., de olhos fechados, dormitando. E posso-vos dizer (...)
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