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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

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30
Jun18

Deus brinca com a meteorologia

David Marinho

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Esta meteorologia maluca tem dedo de Deus (Desculpem lá começar assim), só pode!

Mas tenho cá para mim uma teoria fortíssima: é que ele nao vai para novo, e como isto anda tudo estragado cá em baixo, vai testando umas coisas engraçadas só para ver até onde conseguimos aguentar. Porque nunca contou que conseguíssemos criar um ambiente de tal forma hostil, que ameaçasse de forma permanente o único sítio onde podemos viver. É que sou do tempo em que a meteorologia vinha em envelope lambido com aviso de recepção e nós, a bem ou a mal, lá nos organizávamos. Agora, presumo, aquilo lá em cima deve andar carregado com tecnologia de ponta,  bastando por isso carregar num simples botão para passarmos de um sol resplandecente e calor abrasador para uma chuvinha tropical e um frio esquisito.

Malditas tecnologias!

É chato, porque agora sou obrigado a levar todos os dias um daqueles trolleys de viagem com uma muda de roupa para cada estação.

Acham isto bem? Eu não.

E pior do que isto é ter tido uma constipação e 76 princípios de gripe a pneumonia à custa destas brincadeiras, desde que se iniciou 2018.

E eu não estou para brincadeiras.

30
Mai18

Podia ser Primavera

David Marinho

Névoa, luz branda, vento num corrupio, um silêncio desmesurado, uma vida que corre muito mais devagar.

Esta podia ser a descrição de uma passagem de um filme ainda a preto e branco, ocorrida nas margens do Sena, numa Paris cambaleante devido à Guerra.

Esta podia ser a descrição de um jovem apaixonado e não correspondido, sentado na pedra no Cais das Colunas em pleno Terreiro do Paço, olhando as margens de Inverno do imenso Tejo, sendo rasgado por Cacilheiros e pescadores em completo desvario.

Esta podia a descrição do autêntico faroeste que se tornou a Europa e o Mundo, de pistolas em punho e um feitio exagerado, prestes a derramar sangue pela terra batida.

Podia ser.

Mas é a descrição de um dia de merda como este.

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27
Fev18

Porque a chuva é tão mal amada?

David Marinho

Dia de chuva em dia de folga devia ser feriado nacional. A chuva nestes dias tem um traço especial: o som ao bater na janela enquanto se dorme ou descansa, o som violento quando vem em enxurrada que nem uma janela dupla consegue suster e, estando na rua a caminho de casa, poder estar debaixo dela sem qualquer pudor é qualquer coisa de extraordinário (não me façam engolir estas lindas palavras, se faz favor!). E é com esta chuva que eu percebo os gatos que acampam à janela por qualquer coisa, porque é movimento e óptimo para a fotografia, porque põe tudo a meia luz que serve tanto para não fazer nada como para simplesmente apreciar (mesmo não fazendo nada, ok).

Eu percebo que não tenha assim tantos adeptos, mas vamos apreciá-la uma vez que seja.

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