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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

02
Mar18

Folheia as memórias?

David Marinho

Ela folheia o livro porque não usa marcador, e vai buscar à memória a página onde tinha ficado.

É um pouco como quando acordamos e vamos lá atrás onde fica a barreira entre o simples sonho e a realidade.

Mas enquanto ela folheia, vou ouvindo na parte de trás o choro compulsivo de quem perdeu. Essa folheia a memória, que vem embrulhada em pedras que a matam a cada instante.

Não há nada mais difícil que suportar as memórias que doem e que não voltam, como uma justiça da qual lhe é vetada uma defesa. E bem sabemos que o facto de não termos a liberdade de nos defendermos, instalando-se uma ditadura insana, só cessa com guerra. 

E a guerra de viver contra o tempo já aleija o suficiente, não?

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21
Dez17

Delito de Opinião: o livro

David Marinho

Eu sempre fui a favor de recomendar, comprar e apoiar as causas que são criadas por pessoas e para pessoas, longe do puro negócio e do "papa" dinheiro, a qualquer custo. É por isso que, e sou suspeito porque fui convidado lá, ajudei a que esta ideia do livro do blogue Delito de Opinião seja uma realidade. Se procuram um blogue de qualidade, de pessoas que partilham opiniões formais, fundamentadas, interessantes sobre o mundo que nos rodeia, é aqui que encontram. É bom perceber as tendências actuais, as correntes de pensamento, lendo este espaço e estas pessoas que são como nós. 

Por isso se puderem...apoiem e terão uma obra de qualidade em casa.

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Se quiserem saber mais sobre esta ideia: aqui

18
Ago17

O terrorismo nunca resolveu nada

David Marinho

Barcelona, Espanha.

Mais um atentado, mais uma volta no carrossel do terrorismo. Eu realmente não percebo o objectivo disto tudo. Já espalharam o medo, aliás conheço pessoas que não andam mais de metro porque "e se rebentam com alguma estação?" ou "e se não tiver como escapar debaixo da terra?" e por isso o objectivo foi recebido e foi interiorizado. E este desejo de morte, de sangue como fazem tanto lá nos países deles? Se eles soubessem que além de inocentes, estão a cagar-se de alto para a religião, para as vinganças santas deles, para a falta de vontade deles de se modernizarem, de consumir, porque isso pode ir contra a lei do Deus deles, talvez não matassem. Eu não acredito em Deus, mas acredito na fé. Mas não nesta fé que promove coisas para depois da morte, para coisas sobrenaturais que nos dizem que têm de vingar tudo o que está contra nós. Matam a liberdade de expressão, e qualquer dia vêm reenvidicar o dever da mulher de viver como na cultura deles, tapadas até à raíz dos cabelos. Se não gostam da Europa, não estraguem, não liguem e não venham. Ainda não vi vitória nenhuma com tudo isto, o que chega a parecer um hobby, este de matar inocentes e de espalhar o medo. É caso para percebermos que futuro vai ser este com o livro:

 

Os Próximos 100 Anos - www.wook.pt

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