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Domingo à tarde

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05
Set17

3 razões de sucesso para o melhor arroz de pato da margem sul

David Marinho

Fiz, sem sombra de dúvidas, o melhor arroz de pato da margem sul. E digo margem sul porque temos de começar por algum lado e convém até começar com alguma ambição. Existem 3 grandes razões para este sucesso:

  • Troquei a calda de tomate por polpa de tomate. Quase que apetece dizer que todo o remate deste prato apetitoso foi feito com polpa e circunstância. desculpem por isto.
  • O arroz, além de frito, levou a água da cozedura do pato. E num claro acto de arrojo, cozi o pato sem panela de pressão. chupa Ramsay.
  • Para acompanhar, uma belíssima bebida que convido todos a experimentar: El água d'el cano. Pouco frutada, na verdade não sabe a nada, vindo de uma casta riquíssima algures numa central que filtrou o líquido que possivelmente serviu em tempos para lavar partes baixas mas que entretanto foi altamente filtrada e chegou às minhas torneiras.ninguém pensa nisto.

Havia mais pontos mas como disse 3 e não me apetece voltar atrás para mudar o número, fico-me por aqui. Deixo-vos à consideração a imagem que comprova toda a qualidade culinária deste menino. Foi só hoje, que amanhã certamente voltarei aos meus cozinhados de conforto, como é o caso dos consagrados pratos: esparguete com salsichas (ou sósichas como queiram chamar) e ovos mexidos, e a igualmente requintada salada de feijão frade com atum e ovo cozido. Notarão que não foi ao forno este esplêndido arroz. Estava tão espectacular que nem quis partilhar a iguaria com um banal forno eléctrico. 

Para amanhã trago-vos a iguaria "Iogurte Mimosa - sabor a banana". Até fica no ouvido. O nome, não a banana.

Fotografia de davidmarinho.jpg

 

universitarios022018-billboard
18
Mai17

Fenómenos fisiológicos na margem sul

David Marinho

Vou-vos contar algo inacreditável: passam 3 minutos das 4 da manhã, o sol ainda se diverte no outro lado do mundo e dentro dos meus sonhos surge uma necessidade dentro de mim, que atravessa o cérebro de um lado ao outro e passa para o lobo da realidade atual. Se eu fosse entendido, diria que o que estava a acontecer era uma resposta natural do corpo a uma ameaça que o próprio se encarrega de promover. Em bom tempo questionei: o que faz um jovem dos seus 20 e muitos, que tem um sono lindo, fresco, com sabores bem integrados e com notas florais, com uma ameaça destas a horas que são impróprias até para o próprio tempo? Desperta da escuridão, reflete,refila, roga pragas e verifica as horas, que somadas com a luz do telemóvel, fazem parecer facas nos olhos - espadas de samurai, mesmo - aumentando a incapacidade que temos de, naquele momento, de querer viver mais. É que despertando jamais conseguirei pregar olho, o que torna tudo isto dramático, aflitivo e até desconfortável (que bela escolha de palavras, curiosamente parecem ordenadas de forma decrescente de dor) mas não esperemos mais para saber.

Foi chichi, aconteceu uma vontade extraordinária de urinar que só um alinhar de corpos celestes muito raro pode provocar isto, sendo que o sono ficou na retrete. 

 

créditos da imagem

universitarios022018-billboard

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