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Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

Domingo à tarde

o que faço para o jantar?

21.Ago.17

Morte, és inacreditável

David Marinho
Não é um dia feliz. E não, não é por ser segunda-feira. Inevitalmente, das poucas coisas que me deixa arrasado, voltou a revelar-se. Morreu, não um amigo porque não tínhamos qualquer trato, mas morreu uma companhia de vida, de escola, de vista se assim quiserem. Doutourado, estudioso, revolucionário, e grande apreciador da História e das grandes causas morreu ontem com 31 anos de idade, vítima de cancro. Continuo sem perceber porque levam as grandes pessoas e vão deixando aqui (...)
18.Ago.17

O terrorismo nunca resolveu nada

David Marinho
Barcelona, Espanha. Mais um atentado, mais uma volta no carrossel do terrorismo. Eu realmente não percebo o objectivo disto tudo. Já espalharam o medo, aliás conheço pessoas que não andam mais de metro porque "e se rebentam com alguma estação?" ou "e se não tiver como escapar debaixo da terra?" e por isso o objectivo foi recebido e foi interiorizado. E este desejo de morte, de sangue como fazem tanto lá nos países deles? Se eles soubessem que além de inocentes, estão a cagar-se (...)
21.Jul.17

Devemos respeito, não acham?

David Marinho
Ultimamente a morte tem suscitado em mim alguma controvérsia. Pela vida que tenho tido, pela forma como tenho gerido as coisas, pela noção que vou tendo delas mesmas, pela forma como me relaciono com as pessoas e sobretudo pela forma como giro o grau de relação com elas. Vamos sempre a tempo de aprender, e há sempre alguém que nos ensina algo ou nos dá uma visão que desconhecemos. Às vezes é preciso (desculpem-me a imagem) sairmos de nós mesmos, e ficarmos por cima a ver o (...)
05.Jun.17

A morte: como lidar?

David Marinho
A morte: como lidar? Podia ser o início de um qualquer colóquio, conferência ou simples conversa. Ajudaria imenso a pessoas que, como eu, sentem dificuldade em lidar com o que não vêem mas que dói mais do que qualquer outro sentimento. Escrevo a horas de ir a um funeral, que quis negar várias vezes ir mas que o respeito e a sensatez tiveram de imperar. Por isso vou mas algo contrariado. É que o funeral, como "celebração", deveria ser um acto privado, apenas possível para os (...)
19.Mai.17

Querem ver que as insónias já têm catarro

David Marinho
Sono,  Desconcertante, irremediável,  Quem nem os livros me dão,  Nem eu sei,  Duvido,  Insisto,  Que vivi uma insónia inacreditável.    Brinquei,  As 4 da manhã voltaram a bater,  Sonhei, bebi do sonho,  De tão real que era,  Pudera,  Não contivera,  As lágrimas da ficção que vi morrer. 
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