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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

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Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

08
Jun18

São pessoas de ideias fixas?

David Marinho

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Sou pessoa de ideias fixas mas maleáveis. 

Faz sentido?

Tive esta ideia ontem quando, numa formação sobre Programação Neurolinguística, permitiu-me descobrir que por trás de qualquer processo emocional, há um outro processo escondido, uma intenção, um outro pensamento. 

Com isto pude movimentar uma ideia que fixei durante todo o meu crescimento e pensar noutra perspectiva. É por isso que eu acho que a educação é importante, mas igualmente importante é podermos relacionarmo-nos com pessoas totalmente diferente de nós, porque isso nos dará perspectivas diferentes sobre tudo aquilo que pensamos.

Verbalizar todos os nossos pensamentos ajuda-nos a desmascarar problemas relativos ou problemas reais, medos, receios, etc. E realmente faz sentido.

Quantas vezes não nos sentimos melhor por verbalizar algo que nos preocupa?

(Poderá haver aqui um despoletar de uma enxurrada de preocupações, mas...mandem tudo cá para fora)

Mas a ideia que mais me marcou foi a de que por trás das intenções de um pedófilo, homicida, suicida, etc, há uma intenção positiva. Visto por alto é uma aberração de ideia, mas faz todo o sentido. É um distúrbio que poderá advir de uma necessidade enorme e extrínseca de amor, de afecto, de aceitação, que mesmo que não tenha a ver com o teor dos actos que promovem, são problemas por vezes impossíveis de descortinar.

O que acham disto tudo?

 

21
Jul17

Devemos respeito, não acham?

David Marinho

IMG_0158.JPG

Ultimamente a morte tem suscitado em mim alguma controvérsia. Pela vida que tenho tido, pela forma como tenho gerido as coisas, pela noção que vou tendo delas mesmas, pela forma como me relaciono com as pessoas e sobretudo pela forma como giro o grau de relação com elas. Vamos sempre a tempo de aprender, e há sempre alguém que nos ensina algo ou nos dá uma visão que desconhecemos. Às vezes é preciso (desculpem-me a imagem) sairmos de nós mesmos, e ficarmos por cima a ver o cenário, o nosso cenário e o que andamos a fazer. Certamente já se viram em vídeos e pensaram: "Whaaat? O que é isto? Sou eu?" e brincamos. Brincamos porque ignoramos o simples facto de desconhecermos a forma como vivemos e a forma como nos vêem. E até vou mais longe: será que no fundo a opinião dos outros não nos interessa mesmo? Não há ali um desejo secreto de sabermos o que somos do outro lado?

 

A morte de um ente querido, o suicídio seja de quem for por aí, suscita-me uma reflexão, sempre. Se mudo depois disso, ainda é uma incógnita mas paro para pensar. Respeito muito o que não posso controlar, que ninguém pode controlar, um destino que não sabemos quando aparece. E eu sei que devia e devemos respeito a tudo e a todos. Respeitarmo-nos enquanto cidadãos, humanos com direitos estabelecidos; Respeitarmos os outros, a forma como lidam com a vida deles, respeitando os limites da liberdade imposta; Respeitar quem sabe mais, quem faz mais do que nós, quem nos ajuda naquilo que desconhecemos; Respeitar quem não teve culpa de nascer, e que é um direito que lhe assiste; Respeito. No fim morremos todos, por isso...

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