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Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

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16
Jan18

Sinto-me Almada Negreiros

David Marinho

Hoje sinto que me podia chamar Almada Negreiros. E com esta poesia, inspirada pelo Tejo, me despeço para uma noite (noite?) de sono. 

 

Entrou-me uma pestana 

Para o olho

E às escuras vou enfiando 

O dedo

No olho

Para tirar a pestana que não sai. 

 

E nisto...a pestana saiu

Mas o olho ficou

A arder

E coço

E vou coçando

Maldita comichão 

Maldita pestana

Que fez arder

O meu olho.

 

Bom dia. 

04
Out17

o medo de perder a madrugada

David Marinho

Na madrugada da vida

ouvem-se o bater das lágrimas no chão

são tudo o que somos, o que sonhamos

são a cabeça, são os medos do coração.

 

As teclas do piano fluem

fluem notas, ouvem-se palmas no fim

é parte do meu sonho que não tive

que seriam parte de mim.

 

E no fim sobra o medo

que percamos tudo o que amamos

porque na lei da vida, hoje estamos bem

e infelizmente depois já não estamos.

 

Aquela voz, aquele timbre

aquela nota deprimida que não gosto

foi a gota de água para uma noite mal dormida

que pela manhã dará num sorriso, uma tristeza que não mostro.

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