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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

18
Ago17

Nós temos prazo de validade?

David Marinho

Vamos lá falar de coisas alegres, já chega de atentados e...

"Não vives sozinho no mundo, as pessoas precisam de fazer o luto destas coisas"

...não precisam não, o que as pessoas precisam é de um reforço de felicidade, amor próprio e ganzas, para quem é dessas coisas.

E critiquem-me por ter esta forma de vida, não de me borrifar para a realidade, mas de querer viver num mundo paralelo onde ainda existem pessoas que queiram viver de livre vontade, em quase livre arbítrio. Gosto de sentir que ainda me posso sentar na esplanada e apreciar as coisas boas da vida.

Tu! Sim tu, quando é que te divertiste realmente pela última vez? Quando foi a última vez que paraste para viver nem que fossem 5 minutos? Mas certamente paraste para te deprimires com o que se passou em Barcelona, pensando que podias ser tu ali, naquele momento. Não vês que é isso que eles querem? Que deixemos de viver. Que deixemos de contar com o amor próprio para sermos nós próprios num mundo em paz. Eu sei que é uma merda. Admito, é uma merda. Mas é uma merda parar no tempo e não querer avançar, no matter what.

Abraça as pessoas, os amigos de infância, o cão, as árvores, o mar, a natureza e beija o chão da tua casa por teres uma. Aproveita porque temos prazo de validade. Temos prazo de validade. É isso que queres? Diminuir esse prazo? Sinceramente, a meu ver, morrer não deve ser pior do que não viver. Mostras-lhe isso, que deixaste o medo para trás quando te tiraram as rodas da bicicleta, que tiraram as mãos no mar para poderes nadar sozinho, que te deixaram em casa sem ninguém. Isso sim, medo de criança é o maior dos medos. E aprendemos, e vivemos.

Vamos aprender com isto também, está bem?

18
Ago17

O terrorismo nunca resolveu nada

David Marinho

Barcelona, Espanha.

Mais um atentado, mais uma volta no carrossel do terrorismo. Eu realmente não percebo o objectivo disto tudo. Já espalharam o medo, aliás conheço pessoas que não andam mais de metro porque "e se rebentam com alguma estação?" ou "e se não tiver como escapar debaixo da terra?" e por isso o objectivo foi recebido e foi interiorizado. E este desejo de morte, de sangue como fazem tanto lá nos países deles? Se eles soubessem que além de inocentes, estão a cagar-se de alto para a religião, para as vinganças santas deles, para a falta de vontade deles de se modernizarem, de consumir, porque isso pode ir contra a lei do Deus deles, talvez não matassem. Eu não acredito em Deus, mas acredito na fé. Mas não nesta fé que promove coisas para depois da morte, para coisas sobrenaturais que nos dizem que têm de vingar tudo o que está contra nós. Matam a liberdade de expressão, e qualquer dia vêm reenvidicar o dever da mulher de viver como na cultura deles, tapadas até à raíz dos cabelos. Se não gostam da Europa, não estraguem, não liguem e não venham. Ainda não vi vitória nenhuma com tudo isto, o que chega a parecer um hobby, este de matar inocentes e de espalhar o medo. É caso para percebermos que futuro vai ser este com o livro:

 

Os Próximos 100 Anos - www.wook.pt

23
Mai17

Instalou-se o medo.

David Marinho

É impressionante a capacidade que o ser humano tem de arranjar o que fazer nos seus tempos livres. Como a modernidade ainda não chegou ao Médio Oriente, decidiram que o melhor a fazer era viajar pelo mundo para se rebentarem em algum lado, sobretudo em sítios com muita gente. Acaba-se a vida deles, acaba com a vida de dezenas ou centenas de pessoas inocentes e pronto, vencem zero troféus, zero respeito e zero virgens lá no céu deles. Eu não ponho em causa a fé de ninguém (digo-o de coração) mas isto não é nada e não há propósito nenhum para isto - se querem vingar-se, vinguem-se de igual para igual. Se era chamar a atenção, conseguiram mas pessoas estão a borrifar-se completamente para os estigmas desta gente, e vão vivendo com os exageros, o consumismo e a loucura que lhes é conferida sem que alguém tenha o direito de travar os seus destinos. Mas estes senhores fazem questão de lhes traçar um em cada esquina, contra qualquer possibilidade de fuga. Já me chega viver num mundo de merda, onde há zero respeito pelo próximo, que ainda tenho de levar com guerras e guerrilhas, religiosas ainda por cima? Proponho o seguinte: fechem as vossas fronteiras, perguntem no vosso país quem quer gajas imaginárias e rebentem-se todos juntos. São capazes de fazer uns buracos na terra, mas antes na terra que nos inocentes.

 

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