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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

12.Nov.18

Londres: posso voltar?

David Marinho
Viajar, muito ou pouco, faz-nos crescer. Nunca vi nada que se comparasse a isto, a de crescer vivendo outras culturas, outras ideias, outras formas de estar na vida. E Londres deu-me isso.Nunca viajei muito, mas de há uns 2/3 anos para cá que o faço sempre, e tem sido uma experiência maravilhosa. Não sou pessoa de sair e espalhar o que sei para onde vou, mas sim de aprender e levar um pouco do que vejo para onde venho. E foi o que fiz, e irei voltar para aprender ainda mais.Cheguei (...)
01.Nov.18

Urgência de morrer

David Marinho
Quem nunca teve medo de crescer depressa, que atire a primeira pedra. Quem nunca tocou na ferida, à espera que ela sarasse sozinha como que por magia, não sabe a desilusão que é saber que tudo leva o seu tempo, demore o tempo que demorar. E que no fim fica uma cicatriz para nos lembrarmos que, independentemente da ferida, somos frágeis e podemos vacilar a qualquer momento. Às vezes pergunto-me porque defender um rumo nosso é tão difícil, mas seguir o rebanho é tão fácil. Que, (...)
31.Out.18

Vamos falar de camas de lavado

David Marinho
Já vos contei do quanto me fartei das bolachas, ditas crackers? Não? Se não contei, não será hoje. Hoje tenho algo mais interessante para vos mostrar: lençóis de flanela. Choquei-vos, não foi? Eu sei. De repente sou obrigado a revirar a gaveta para começar a usar pijama de gente, que por causa do frio também é ele quente. Chegou a haver alturas da minha vida, durante esta semana, em que o frio atingiu-me o osso e doeu. Doeu muito! Eu ter frio é um feito que devia ser comemorado (...)