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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

30.Out.17

Estas voltas ao estômago...

David Marinho

Uma semana depois voltei. Não, não fui de férias, apenas as ideias é que foram embora de férias. Falo-vos neste momento com um ligeiro problema de estômago, que é o sítio onde em princípio começa a dar voltas quando oiço falar do que ouvi nos últimos tempos. Ora sai uma independência da Catalunha para a mesa 1, ora sai os incêndios para a mesa 2. E adivinhem qual dos dois não está resolvido? Exacto, nenhum. Tanta conversa, tanta gente que opina e não vejo resolução para nada. Ninguém falou com os catalães, depois ninguém falou com os lesados dos incêndios (os verdadeiros, entenda-se), nada. Só vejo políticos e politiquices e uma mão cheia de gente que não passa de caca, mal cheirosa, nojenta e incapaz de decidir o que quer que seja. Ah e ainda temos a questão as petições, que em vez de ser vista como algo positiva, serviu para verificarem quantos homens assinaram e com base nisso opinarem de forma violenta contra a classe masculina. Uma vez mais...zero soluções mas ideias há muitas e pessoas então nem se fala.

23.Out.17

#9 Hora da Sesta

David Marinho

A folga é uma instituição que devia passar a ser de utilidade pública. Quem passa por ela, invariavelmente, acaba por ficar com saudades. De tal maneira que mesmo antes da suposta folga, já as pessoas se perguntam e contam os dias para chegar a ela. A isto chamo de amor. Um amor que não pede reciprocidade, não pede dinheiro e muito menos pede explicações. Ela chega-nos e nós gozamos na plenitude (um brasileiro que leia isto fica doido e perguntar-se-á porque raio gozamos nós em Portugal). Quer dizer, na plenitude não é bem assim. Realmente ela dá-nos a possibilidade de passar 1, 2 ou mais dias em descanso, nós é que teimamos em encher a agenda e fazer coisas que nos tiram o descanso. 

Hoje foi o dia, e amanhã continuará a saga.

 

20.Out.17

#9 Follow Friday - A desconhecida

David Marinho

Por ocasião do primeiro aniversário do seu blogue, hoje faço questão de deixar para a posterioridade este espaço, para que se possam deleitar no desconhecido (fazendo jus ao nome) e quiçá ficarem fãs. Se não ficarem, eu fico sem o meu cachê. Estou a brincar. Ninguém me paga para isto.

Mas...visto que o frio está a chegar a passos pequeninos, vão precisar de um quentinho, de uma companhia sempre atenta, pronta a abraçar os vossos corações. Consigo cativar-vos assim? É que pretendo que encham as estatísticas do blogue fortemente.

 

Vá lá, ela merece

 

Senhoras e senhoras, meninas e meninos....A desconhecida

 

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