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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

28.Abr.18

Combater os azarados

David Marinho

Eu tenho que partilhar convosco uma coisa complicada de aceitar na minha vida: o meu azar com jogos de azar.

Há uma conspiração algures no universo que não me deixa ganhar em apostas ou jogos de casino. Eu acredito piamente que há consílios dos Deuses para decidir constantemente que a minha pessoa não merece ganhar, mesmo que aposte em equipas que não perdem pontos há 20 anos. Mas felizmente existem pessoas no Mundo que existem para inventar expressões como "Não tens sorte ao jogo mas tens sorte ao amor!", e é exactamente por isto que não ganho. Por isto e porque livram os Deuses de decidir se devo ou não ganhar porque efectivamente tenho sorte ao amor e por isso...adeus.

Por falar em pessoas que existem, também existem aquelas que tendo sorte ou não ao amor, ganham tudo até à macaca em casino. Conheço gente que chega a um sítio sem saber as regras de nada e ganha sem saber como. E o tal consílio não faz nada, continua a fazer ouvidos moucos para me castigarem severamente (e à minha carteira) toda a vez que jogo. Aliás, cada vez que penso em jogar.

E por isso terei de abrir forçosamente um grupo de apoio a perdedores de jogos de azar, para que possamos disseminar um problema que tem afectado milhões, em prol de milhões que com tuta e meia lá vão ganhando. E é isto que temos de combater (imaginem um palanque e eu a discursar com a veia de fora) para que outros azarados possam ganhar e devolver dignidade aos mais azarados desfavorecidos.

*Palmas* (assim espero)

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27.Abr.18

Vão embora porquê?

David Marinho

Odeio despedidas, caramba!

No trabalho como na vida, as pessoas vão e veem, porque o destino assim as obriga. Ás vezes são oportunidades que aparecem, outras vezes são azares, e assim vão desaparecendo as pessoas da nossa vida por falta de presença ou por falta de tempo.

Mas como odeio as despedidas, caraças!

Não há compostura que segure o fim de um ciclo nem alegria momentânea que perdure no momento para nos dizer que acabar um ciclo é normal. É anti-natura o fim do fim, mesmo que o fim seja uma mudança no espaço físico que nos separa.

E como nos despedimos? É um "até já"? Um "tudo de bom"? "Um "vemo-nos por aí"?

E a desgraça que é passar um último dia, sabendo que mais hora, menos hora, muda-se o chip e a vida continua?

Há constituição, leis, decretos, o que seja, para o fim?

Quem inventou o fim das coisas?

Foi a morte? Mas ninguém morreu, porra!

 

Aos meus colegas que se vão deslocar daqui para fora (mais agradável de se dizer), desejo-lhes boa sorte!

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26.Abr.18

150 razões para continuarem por cá

David Marinho

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Eis que hoje chegamos a um número redondo!

O que é um número redondo? Não sei. Mas é redondo e fica assim que fica muito bem.

Obrigado a quem está desse lado e que vai dando olho a isto enquanto estou fora, como aquelas pessoas que dizem aos vizinhos com o qual têm mais confiança para dar um olho no carro deles enquanto vão de férias, só para confirmar que não tem danos e e que está tudo impecável.

E porque na verdade se quisesse que isto não tivesse chatos como vocês, tinha escrito um diário.

Obrigado. Rumo aos 200!

 

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