Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

02.Set.18

A UBER tem um grande problema

David Marinho

E pela minha vasta experiência, só tem mesmo esta: orientação dos seus condutores.

Eu percebo que grande parte dos condutores não sejam do sítio onde espero por eles, mas há que saber pelo menos as artérias principais da cidade onde vagueiam. Eu vi-me obrigado, grande parte das vezes, a indicar o caminho porque estavam completamente a leste, reféns do GPS e à sua completa sorte.

Há quanto a mim existem 3 fases da viagem:

  • A recolha - Nós podemos indicar exactamente o ponto onde queremos começar a nossa viagem, mas muitas vezes o facto de escolhermos um sítio que possa estar na faixa contrária ao que pretendíamos, leva a que tenham de fazer uma volta maior por vários motivos. Só porque deslocámos o ponto no mapa 2mm para o lado.
  • A viagem propriamente dita - O GPS, para quem usa, dá-nos 2 ou 3 possibilidades grande parte das vezes. O condutor opta por uma que o dispositivo lhe dá. Ora, diria que quase 100% das vezes a volta é MUITO maior do que era suposto. E é penoso para quem conhece os caminhos e sabe que iria muito mais rapidamente por outro lado. Ao contrário de alguns taxistas comuns que se aproveitam quando não conhecemos, acredito que haja muito mais ingenuidade nestes condutores no que toca a orientação.
  • O destino - O GPS dá um sítio e ele pára geralmente quando a maquineta apita dizendo que chegou ao destino, e mesmo que entenda a questão, não deixa de ser irritante. Porque nunca saberão onde ficam as coisas, não guardam mentalmente os sítios, dando totalmente primazia às tecnologias para os guiarem.

E atenção que isto é um reparo e não uma crítica total ao serviço, que uso bastante. Felizmente nem todos são assim e encontro gente da maior simpatia, mas desorientados.

app-cab-hand-34239.jpg

2 comentários

Comentar post