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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

30.Ago.18

Muda-te ou muda alguém

David Marinho

Não há nada de errado em acreditarmos em nós. Em acreditarmos com uma força tal que possamos cair no erro de nos sentirmos egocêntricos, egoístas. É que 100% das mudanças que queremos implementar no Mundo, terão (ou deveriam) de ser uma realidade em nós, porque o nosso conhecimento absorve o que vê ou o que nos ensinam. Não há outra forma de saber: ou disseram-nos ou vimos. E acontece isso com crianças também. Não há feitiçaria, pozinhos que de repente se transformem em conhecimento.

E acreditarmos em nós é talvez o princípio da auto-sustentação que é vital para que possamos não depender da boa ou má vontade de alguém, e não estou a falar de ajudas financeiras ou de outro tipo. Falar do psicológico, do emocional que nos falha a todos quando às vezes precisamos, mesmo que não seja sempre.

E porque falo nisto? Talvez porque acho que existe uma certa ingenuidade quanto ao mundo em que vivemos. Tudo isto é demasiado impessoal, e todos nos demos conta na diferença de humanidade que se calhar existia há umas décadas e que existe agora. Não vou pôr culpas em nada. E há quem ache que há solução para um mundo auto-sustentado na própria humanidade, o que é manifestamente mentira. Há pessoas e pessoas, mas é muito pouco para o que precisamos. É mentira ou não? Não sei, é o que me parece.

Primeiro: devemos sentir-nos bem connosco próprios; Segundo: sermos nós a mudança que queremos implementar no mundo; Terceiro: esperar o melhor e o pior nos resultados.

Porquê o pior? Quantos casos não temos de quem quer mudar algo e se vê barrado dessa possibilidade porque existe tanta gente algo cómoda?

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