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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

20.Out.18

Porquê eu?

David Marinho

Hoje o sol brota, ontem foi a chuva. É um bocado como a vida, que vai e vem com naturalidade. Não é mentira nenhuma que nem sempre nos sentimos bem, e que no dia a seguir estamos melhor ou estamos bem. 

A teoria de que tudo é volátil e efémero não é descabido, quando todos o animais renovam a pele ano após ano. Todos mudamos a forma e o conteúdo dependendo do contexto e do ambiente. 

Relativizar devia ser norma. Não há outra de aceitar a vida sem ser relativizando-a. A vida não tem culpa das boas ou más decisões, da sorte ou do azar, do sim e não das coisas. Não há uma sentença que esteja escrita, que diga que em certo ano isto vai dar merda, ou então que vamos partir isto tudo como nunca.

Não há um "Porquê eu?" que tenha resposta, para bem e para o mal. É o que é, o ser o que é ainda não é aceite. 

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