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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

27.Ago.18

Regresso à rotina: como encarar?

David Marinho

Há algumas horas que estou para vos perguntar uma coisa: este sono todo tem por base toda a vossa dor por estarem a acabar as férias, não é? Naturalmente para aqueles que estão a terminar. É que é uma coisa muito chata, que dá muita comichão nos olhos e acaba numa espécie de coma induzido pelo próprio relógio biológico.

Pois bem, como se sentem por estar a acabar o Verão? Um Verão carregadinho de calor, de tal forma que tudo o que tenha poliéster para baixo acaba derretido. Chegou a haver dias em que as toalhas depois do banho eram inúteis, e para quem vive com uma temperatura acima das pessoas normais o resto do ano, Agosto é mês de falecer um bocadinho.

Mas há uma coisa pior que o calor: são os efeitos do calor. Podia muito bem ser uma tirada filosófica mas não é. É que o calor provoca em mim uma moleza tal que chego a estar numa situação de sono a pré-sono 24h por dia, 7 dias por semana. Uma necessidade tremenda de sofá, cama, sofá-cama, tapete, chão, qualquer coisa, mas sempre de olhos fechados e a suar em bica.

E isto leva-nos ao quê? Sedentarismo.

Há quem seja sedentário o ano inteiro, como eu. Mas a palavra ganha força nestas alturas. Mais ainda quando vou de férias e regresso, onde a vontade de permanecer em actividade é uma luta desumana, ingrata e às vezes infeliz porque acabo sempre por não fazer nada de jeito.

Agora imaginem que chegam de férias, queimadíssimos do sol e sal e querem continuar a insistir no repouso absoluto? Como é que se alimentam? É que todos sabemos que para regressar em pleno à rotina são precisos vários dias, não é? (digam que sim...)

Dou-vos uma solução, daquelas para apontar no papel e colocar no frigorífico à vista de todos: Catering ao Domicílio

Respondem a umas perguntas e terão várias propostas por onde escolher. Há lá coisa melhor?

E quanto ao sedentarismo, é altura de pegar nesses ténis novos que compraram em 2014 e caminhar, correr e fazer exercício. Existem os ginásios, óptimos para quem precisa de ajuda de profissionais que estejam presentes. Mas a rua continua a ser de borla, não é?

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