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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

10.Set.18

Sabem o que quero neste momento?

David Marinho

Morreria neste momento por um arroz de marisco.

Não morreria, que isso implicaria matarem-me mas era algo que me iria cair bem, alegrar para o resto do dia e quiçá, despertar-me para uma segunda que está a ser adormecida e chata. Nunca devemos agir por impulso porque depois as coisas estragam-se mais facilmente, emocionalmente falando. Quantas vezes não queremos muito uma coisa e depois não sabe da maneira que queríamos? Não quero isso.

Mas o impulso (único até) é este. Um prato fácil, saboroso e que alegra. Quantas vezes podemos queremos uma coisa assim, tão básica e ao mesmo tempo confortante e que nos faz sorrir? Nem as pessoas às vezes conseguem isso.

Porquê este prato? Assim de repente, dou-vos três razões: o arroz, o marisco e o arroz de marisco. No entanto vou agarrar-me a um arroz de pato, que tem igualmente três coisas que adoro: o arroz, o pato e o arroz de pato. Mas a luta feroz entre o pato e o marisco, ganha facilmente o último.

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