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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

11.Ago.18

Hoje acordei envolto em arte

David Marinho
Quando acordei, senti-me Pessoa, Eça ou até Saramago. Senti que podia escrever em qualquer estilo, inspirado, desinspirado, que as letras iriam fluir, redigirem-se sozinhas e aparecerem estampadas em qualquer curva, em qualquer esquina, em qualquer lugar. Afastei até o desinteressante facto de ter dormido pouco e estar aquela hora envolto numa neblina de sono (seriam remelas?) para me sentir capaz de começar e recomeçar qualquer livro de estante ou de bolso.Mas as palavras atraiçoam. (...)
02.Nov.17

E a chuva voltou

David Marinho
O Verão é uma estação incrível, alegre, de gente despida e sempre na rua. É inegável as qualidades que essa estação traz consigo mas hoje acordei sobressaltado com o barulho da chuva como fundo. Não uma amostra para inglês ver, não uma pequena gracinha do São Pedro.Chuva a sério como pede o Outono, tempo de castanhas assadas, de árvores despidas e de frio, a pedir uma manta, chocolate quente e Netflix. E o Verão, desculpem-me, não tem isto. A beleza de um tempo frio é (...)
12.Set.17

Tragédia ao acordar

David Marinho
São 8:30 da manhã e o sono acabou-se. Quão trágico é uma coisa dessas? Acabar assim, de forma abrupta, contra todas as possibilidades.Do alto da minha cama, onde me encontro, vislumbram-se duas questões fundamentais:1. O que fazer?2. O que comer?É que o pão acena-me lá no fundo, dançando naquele varão de centeio imaginário mas não me encanta. Os cereais não existem mas a caixa estupidamente permaneceu por cá, e chora, chora desalmadamente (sente um vazio, coitada).Resta-me (...)