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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

27.Set.18

Quando o medo de ratos é amor

David Marinho
O que me rio com o teu medo de ratos. A forma desmesurada com que me agarras, chateada ou não, quando vês um. Chego a querer que apareça uma praga para que te seja sempre útil e amparo nas horas mais amargas. Lembras-te de como era ao início? Morria de medo de não ser útil. De não saber mostrar o suficiente para causar impacto.E olha hoje, basta um rato indefeso. Percebi que nossa utilidade vem com as oportunidades e com o tempo, e que a paciência e persistência são truques na (...)
18.Set.18

Porque gosto de ler

David Marinho
Gosto de ler porque isso traz-me alegria.É fácil pela imagem termos noção da felicidade, do ar de arrependimento, do sonho ou do pesadelo. Pelo som, a voz diz-nos quase tudo mas falta-nos pormenores. Pelas letras é a nossa interpretação, e é por isso que o livro desafia-nos muito mais.Os livros não trazem consenso, ou pelo tipo de escrita, pelo autor ou pela história. As letras são de interpretação livre, e isso faz com que alguns a rejeitem, com medo que a sua (...)
07.Set.18

Um amor que faz 8 anos

David Marinho
Resmungas, trauteias, bates na mesa, berras. Mas o teu corpo pede que olhe por ti, para que não te percas. Há qualquer coisa nesse olhar que, vivendo a tua independência, pede que fique mais um pouco, que te abrace, que te ame, que não te deixe. E é por isso que fico, e por isso fiquei sempre, na ânsia de saber que, por detrás de uma máscara que sobrevive ao mundo, há pele e osso que te torna frágil e humana. Convivi nestes últimos anos com o melhor e o pior de ti. E convivi (...)