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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

29.Ago.18

Quecas e alforrecas

David Marinho
Seria o nome do meu livro se o escrevesse. Por um lado temos o lado irreverente da rima, por outro duas coisas que são tabú hoje em dia mas por razões distintas.Mas depois perguntam-me (e bem):"- Oh palhaço, esse divertimento levado a cabo por pessoas de bem e esses seres vivos que parecem a cabeça do coiso com tentáculos não é irreverente?"Eu responderei que sim e continuarei a beber o meu café, com o mindinho para fora, para parecer, por um lado, que não tenho controlo sobre (...)
14.Ago.18

Queria escrever mas não consigo

David Marinho
Às vezes acho que é por não estar lá em baixo que as coisas não saem, com uma intensidade que me podia vibrar ao escrever e isso preocupa-me. As vezes que me sentei aqui para começar, e recomecei tantas vezes que perdi a vontade de continuar. Um pouco como na vida, como aquelas pessoas que desistem, destruídas pelo cansaço de lutar por elas. Escrever é menos sofrível mas às vezes cansamo-nos, perdemos o foco e a inspiração. Mas a culpa é minha. Querer fazer disto arte em vez (...)
01.Ago.18

Dom de escrever? Nunca.

David Marinho
Escrever só é um dom para quem sente, sente muito e para quem explora o lodo onde nos escondemos incessantemente dos tremores de Terra que são provocados pelas nossas emoções. O dom em si é uma coisa especial que só está ao alcance de quem completa no papel o que não consegue completar na sua realidade. Quantas vezes nos deparámos com o simples facto de provocarmos a alegria, a tristeza, a completa comoção sem tocarmos na pessoa? Sem nos ouvirem? Só a capacidade que vamos (...)