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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

05.Jun.18

Sê livre, o resto que se foda

David Marinho
As rugas sobressaem quando o olhar amansa e traz uma lágrima na voz. Olhamos sempre em perspectiva com o tempo, cada vez mais alto para abranger a vida tal como ela é. E o cheiro a mar, à terra molhada da saudade, ao sol que se senta numa esplanada e pede um refresco. Tudo isto é utopia para quem a vida é um fracasso, um fardo, um sofrimento atroz. E ninguém aceita alguém que não se levante e se mostre capaz, e não hoje que tudo é tão mesquinho e superficial.Devemos querer o (...)
22.Fev.18

Tudo fluí de forma natural, não deveria ser sempre assim?

David Marinho
Hoje deitar-me-ei descansado. Quantos poderão dizer o mesmo, esses que andam para aí perdidos na vida. Deitar-me-ei mais ou menos cansado, com a consciência de que o dia passou e acabou. E é essa certeza que às vezes determina o sono da insónia, o descanso do cansaço extra numa cama, o correcto do incorrecto. Pensar que há coisas que ficam nos sítios certos, que não levamos para casa, é meio caminho andado para se andar bem, olhar e reparar que tudo fluí de forma natural. Há (...)
23.Ago.17

Digam lá: são felizes?

David Marinho
Regresso a casa, como todos os dias, com o sentimento de missão cumprida. Muito mais que dinheiro e contas para pagar, o facto de não se levar trabalho para casa é estupendo. Sabe bem pertencer a uma máquina que move o centro nevrálgico da nossa democracia, ter apenas de me preocupar nas horas laborais para acabar em casa, descansado desta rotina, que me deixa tempo para pensar e fazer tudo o resto que há para pensar e fazer. E isto é muito importante de descortinar quando temos de (...)