Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

06.Jan.18

Toca a acordar!!

David Marinho
O relógio marca as seis da manhã e não se vê vivalma na rua. Minto, minto, até vejo mas não existem naquela hora, onde a consciência apenas acordará com o primeiro café ou o primeiro raio de sol. Este estado entre tudo e nada define o que vejo a esta hora. Hoje pensei trazer agasalho suficiente mas os oito graus, que vão marcando na única luz capaz de iluminar a rua (a da farmácia),  com uma cruz verde latejante que vai guiando a escuridão, são suficientes para me causar um (...)
15.Nov.17

#11 Chucha-me o nabo

David Marinho
O bom que levo desta vida é o de poder olhar para as pessoas, para pessoas e tudo o que trazem com elas. Existem olhares, uns cheios de vida e outros tão vazios e todos eles coabitam, constroem o mundo onde vivemos. E hoje, enquanto fazia o meu trajeto de comboio, pensei muito nisto: podem duas entidades opostas emocionalmente coabitar o mesmo espaço? Não pode com isso haver uma transferência de energia, que possa, das duas, uma: ou acabarem as duas num estado emocional igual ou uma (...)
04.Out.17

o medo de perder a madrugada

David Marinho
Na madrugada da vida ouvem-se o bater das lágrimas no chão são tudo o que somos, o que sonhamos são a cabeça, são os medos do coração.   As teclas do piano fluem fluem notas, ouvem-se palmas no fim é parte do meu sonho que não tive que seriam parte de mim.   E no fim sobra o medo que percamos tudo o que amamos porque na lei da vida, hoje estamos bem e infelizmente depois já não estamos.   Aquela voz, aquele timbre aquela nota deprimida que não gosto foi a gota de água para (...)