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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

19.Fev.18

Ninguém se digna

David Marinho
Leviana a noite Que passa o tempo A misericórdia E vai sussurrando ao vento Essa moda do alento Da burrice e da concórdia.   Entre a espada e a parede Devia estar a vida e a morte Que tudo o resto se resolverá Ao acaso ou sem sorte Que ninguém aqui é lorde Nem santo ou entregue ao Deus dará.
17.Jan.18

Qual o preço de ter tempo de qualidade com os outros?

David Marinho
Sei que as horas são propícias a devaneios estúpidos, insensatos ou confusos. Mas a pergunta que me fiz até foi bastante válida, porque realmente qual será o preço de voltarmos a ter tempo de qualidade com os outros, sem que sejamos impostos pelas - desculpem o pleonasmo - imposições da vida? Qual o preço de fazer as coisas por fazer, sem que tenhamos forçosamente de fazer para compensar? (Percebem a diferença?). Nós lutamos de forma errada todos os dias por tempo de (...)
16.Jan.18

Acordo...e a vida passou

David Marinho
O engraçado de se trabalhar de noite, é que quando acordamos já a vida passou e estamos no final de mais um dia laboral. Ora, eu começo a ver as primeiras notícias do dia, as primeiras pessoas, por volta das 18h e reparei que desde que adormeci: Houve incêndio perto do meu trabalho; Houve um sismo em Lisboa; Bancada do Coimbra da Mota no Estoril em risco de ruir; Tive uma dor de cabeça. E podia dar mais alguns exemplos. De noite, não se passa grande coisa, menos para a CMTV que (...)