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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

23.Set.18

Encaixotar memórias

David Marinho
Tudo fica encaixotado se não é vivido agora, ok? Tudo é memória, alguma dela a fundo perdido, que se vai afundando em lugar algum, algures no espaço. Não temos capacidade para guardar tudo, com os detalhes todos, na forma correcta, e ainda ter de organizar nas gavetinhas, por importância e prioridade, tudo o que nos aparece à frente. E perceber este conceito não é fácil.  Há pessoas, há momentos que entram e saem à mesma velocidade, e não temos o dever de as guardar. Não (...)
09.Dez.17

Dar amor: podemos fazer isso?

David Marinho
 Há pessoas na nossa vida que nos marcam de forma indelével, pelo que nos souberam dar, em sabedoria ou amor, em fervor amigo ou simples paixão pela vida, tudo o que elas foram e são. E existem pessoas que não podemos deixar, sob pena de acabarem com a magia que temos sobre elas, que fujam de nós porque não temos mais nada para dar.Às vezes, quando passeava ali no Terreiro do Paço à espera de barco para o Barreiro, caminhava de mãos atrás das costas, porque além das (...)
11.Out.17

#7 Chucha-me o nabo

David Marinho
Ontem, em pleno Estádio da Luz, bem perto de cinco mil Suíços, vi-me numa situação que me fez pensar muito. Havia um rapazinho, talvez com 10 anos,que foi com o pai ver um simples jogo de futebol. Ao começar, vejo que o miúdo se levanta e vomita. O que se sucedeu é que me fez pensar: pessoas que enojadas (não só pelo momento em si) olharam para o que aconteceu como algo indelicado, que não se devia suceder e como se só acontecesse a pessoas mal criadas. E saíram do sítio (...)