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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

30.Out.18

Basta que sorrias que eu fico bem

David Marinho
Estou na fase das pequeninas coisas que se tornam muito grandes, que quando encostas a cabeça no meu ombro, algo me diz que precisas de protecção, de apoio, de amor. E eu largo tudo para to dar. Quantas vezes não morri de satisfação por te ouvir rir a bandeiras despregadas, como se nos libertássemos de todas as tensões que o mundo nos devolvia todos os dias? Selámos muitas vezes esse riso com abraços, para que o coração abrandasse da falta de ar, puxando pelo corpo até doer a (...)
23.Ago.18

À minha maneira

David Marinho
Piano. And now, the end is nearAnd so I face the final curtainMy friend, I'll say it clearI'll state my case, of which I'm certain O som, as notas, o paladar dos deuses propagam-se como estrelas cadentes em noites muito escuras. No sorriso doce, no rasgo de sentimento que o pianista, de olhos fechados, vai deslizando pelas notas cheias de vida.  I've lived a life that's full I've traveled each and every highwayBut more, much more than thisI did it my way Sim. À minha maneira. É (...)
05.Jun.17

A morte: como lidar?

David Marinho
A morte: como lidar? Podia ser o início de um qualquer colóquio, conferência ou simples conversa. Ajudaria imenso a pessoas que, como eu, sentem dificuldade em lidar com o que não vêem mas que dói mais do que qualquer outro sentimento. Escrevo a horas de ir a um funeral, que quis negar várias vezes ir mas que o respeito e a sensatez tiveram de imperar. Por isso vou mas algo contrariado. É que o funeral, como "celebração", deveria ser um acto privado, apenas possível para os (...)