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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

12.Out.18

Infinidade de coisa nenhuma

David Marinho
Já sei que somos pó, porra! Quantas vezes mais tenho de te ouvir dizer que isto tudo é uma infinidade de pequenas merdas que não fazem sentido nenhum? Ah, sem esquecer que andamos às turras por pura vaidade. Ninguém anda às turras por vaidade. A vaidade é o estágio terminal da estupidez que não serve o intuito de nada. E queres continuar a fazer-me acreditar que a vaidade faz o trabalho todo?  Olha, assim de repente podias ligar. Não dizes que não ouves a minha voz e que por (...)
16.Set.18

Esbanjar a vida

David Marinho
Custam muito as saudades de alguém de quem se teve saudades a vida inteira. Quanto maior o número de vezes em que se combina qualquer coisa e depois se desmarca; quanto maior o número de vezes em que se decide que amanhã vai ser o dia de reatar uma amizade e quanto maior o número de vezes em que, no dia seguinte, nada acontece, mais a alma dói de desilusão e de desespero connosco próprios, por termos esbanjado uma amizade profunda, como se houvesse muitas - ou fossem facilmente (...)
01.Set.18

Quantas vezes?

David Marinho
 Quantas vezes me sentei nesta mesma secretária à espera que fluísse a vida nos meus dedos?Quantas vezes fantasiei em estar numa casa totalmente nova, gozando-a e apreciando-a, pleno de segurança e felicidade?E os filhos e os netos, uma vida em pleno que é tão válida como os sonhos que passam a desejos, e de desejos que passam a realidade. Nada é mais perfeito do que termos o controlo das fases da nossa vida, mesmo que isso implique perder a noção de surpresa e (...)