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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

12.Mai.18

Não devíamos poder dizer adeus

David Marinho
Não devíamos. Ninguém tem o direito de fugir de nós sem aviso prévio, em carta registada e dando uns 150 anos à casa, quando já teremos partido e a dor passada a outros - só o egoísmo afasta o espectro da morte mas vai aproximando outras bem piores, que nos vão matando devagarinho. Seria tão fácil desligarmo-nos de um familiar, de um amigo, de um amor para a vida, como desligamos a luz ou fechamos a porta de casa. Perder no ouvido a voz timbrada de alguém que nos é tanto, é (...)
21.Fev.18

O lado humano da vida

David Marinho
Há dias discutia com alguém sobre quais as razões das coisas vintage estarem na moda. Dizia-me tal pessoa que era apenas porque a moda se recicla, como a própria vida. Mas a minha teoria vai mais longe: o vintage existe, não só pela necessidade de se querer reviver as coisas do passado, mas porque com a idade procuramos ter aquilo que achamos ser muito mais trabalhado (e por si só mais "belo"). E pude comprovar isso, quando ao passar numa dessas lojas famosas que vendem tudo (...)
09.Dez.17

Dar amor: podemos fazer isso?

David Marinho
 Há pessoas na nossa vida que nos marcam de forma indelével, pelo que nos souberam dar, em sabedoria ou amor, em fervor amigo ou simples paixão pela vida, tudo o que elas foram e são. E existem pessoas que não podemos deixar, sob pena de acabarem com a magia que temos sobre elas, que fujam de nós porque não temos mais nada para dar.Às vezes, quando passeava ali no Terreiro do Paço à espera de barco para o Barreiro, caminhava de mãos atrás das costas, porque além das (...)